Haters, bullying e o tal do “egonauta” estão tomando conta da internet e das nossas vidas. Ou seja, acontece tanto no trabalho quanto na nossa vida social.

Para quem vive conectado, sabe bem o que significa “hater”. Certamente também já deve ter ouvido a palavra “bullying” por aí, a qual está tão disseminada quanto a palavra “gratidão”. Aliás, essa palavra atualmente é utilizada para qualquer coisa, só falta ver alguém espirrar e a outra dizer: “Gratidão!”.

Convenhamos, às vezes palavras são usadas como modinhas, principalmente quando se ouve dos chamados “empreendedores de palco”. Basta alguém famoso falar e a palavra vira moda. É um problema porque se perde o sentido real do que se está falando.

O bulling

Por exemplo, o “bullying” é algo sério e que pode levar uma pessoa a se fechar, entrar em depressão e até mesmo causar algo mais grave. Ou seja, a palavra foi usada de uma forma tão indiscriminada que até um apelido, que no meu tempo de criança era normal, virou bullying. Claro que cada caso é um caso, e não podemos ser irresponsáveis ao ponto de não entender os limites do que pode ou não.

Se a pessoa não gosta ou não se sente bem, simplesmente não brinque, respeite. Eu mesmo já tive amigos gordinhos que não estavam nem aí quando chamávamos eles de “nhonho” na escola, mas teve o Germano que, além de não gostar, me deu um peteleco na orelha hahaha!

Cada caso é um caso e precisamos, antes de brincar, entender se temos a liberdade para tal.

Rotiery Martins.

Só não seja chato, por favor

Às vezes fica muito chato. É como o “VAR” atualmente no futebol, parece que perdeu o sentido ver jogos – para quem gosta. No entanto, quando eu jogava torneio no interior era tudo na “emoção”. Era no achômetro, a bandeirinha às vezes errava mais, outras errava menos. A gente brigava, por outro lado tinha mais emoção.

Agora está assim na TV, toda vez que tem lance duvidoso chama o VAR. Fica mais tempo esperando o que as câmeras vão mostrar no impedimento milimétrico do atacante do time adversário, do que comemorando um gol: perde o sentido.

“Ah Rotiery, está dizendo que bullying é algo que não pode ser discutido?”

Não Sr. Hater, quero dizer que acredito que devemos dar a devida dimensão ao real tamanho do assunto que estamos falando. Ou seja: nem mais, nem menos ou tudo piora.

Se um bebê está chorando, com birra e você chega e diz: “Pobrezinho, o que tu queres meu amor, diz que o tio vai dar diz, “gugu dada.” A criança vai chorar mais porque agora ela sabe que tem a tua atenção e te dominou. Depois disso só vai parar quando ganhar o que deseja.

Hater?! Aceita que dói menos

Por outro lado, precisamos entender que, sempre que formos dar a cara a tapa, fazendo algo diferente e nos expondo, vamos sofrer críticas e aí surgem os haters. Por exemplo, eu. Quando comecei a escrever e gravar vídeos nas redes sociais, recebi muitas críticas. Já tomei porrada por escrever os porquês errados, esquecer vírgulas e por dizerem que as histórias que contei eram “fake news”.

Olha, tem hora que dá vontade de mandar tudo à “me$#@” e parar, afinal ninguém é de ferro. Mas aí entra uma coisa, que é o ponto central desse texto e que me fez escrevê-lo. A criação de uma nova figura da internet, a qual talvez você possa ser ou estar se tornando, devido ao bullying e aos haters: o EGONAUTA.

Além dos haters, existem os egonautas

EGONAUTA é a mistura de “internauta” com “ego”. Ou seja, uma pessoa que bate o pé dizendo que está escrevendo e postando nas redes sociais para ajudar outras pessoas. Que seu intuito é exclusivamente para acrescentar na vida das pessoas, ensinando alguma coisa de valor que possa transformar a vida de alguém.

Ela escreve um texto, posta e logo em seguida vai dar uma espiadinha em quantos likes, comentários e compartilhamentos teve. Por exemplo: imagina as blogueiras de plantão, que viviam de likes no Instagram, quando essa função foi retirada da rede social e ninguém mais pôde ver as curtidas. O vírus EGONAUTA pegou muita gente.

Galera, quando uma pessoa possui um EGO inflado, não quer dizer que está pensando mais nela do que no outro?!

Além disso, fica preocupada com o que os outros vão falar ou se vão discordar do que disse. Em outras palavras, esse tipo de pessoa é um EGONAUTA nato.

Cuidado com o vírus

E posso te dizer uma coisa? Eu já peguei esse vírus. Como contei antes, já tomei muita porrada e pensei em desistir até ver uma palestra do Clovis de Barros Filho – um dos maiores palestrantes do Brasil – dizendo:

“O que te trava é o teu EGO e não a tua falta de coragem. Você está preocupado com o que vão falar de ti e não bota para fora o que tem de melhor.”

Clovis de Barros Filho

Sim, a gente deixa de fazer as coisas porque alguém vai fazer bullying ou vão surgir haters e nosso EGO nos domina. Poxa, que droga isso, né?

Ou seja, essa é a grande confusão em que a gente vive: confundimos tudo e damos muita importância aos casos que devem ser tratados com a dimensão que merecem. Certamente em muitos casos não merecem atenção alguma, dependendo da situação.

Existem dois lados a serem analisados:

1) Se tu se achas um hater e comete bullying, certamente és um cagão que só aponta para o outro, o que enxerga de coragem nele e que tu não tens. Em outras palavras: Vai criar vergonha na cara e vai trabalhar, bobão.

2) Se está sofrendo ataques procure ajuda, se estiver se sentindo muito para baixo. Mas, saiba que só os que se destacam tomam pedrada, faz parte da evolução. Portanto se um hater te perseguem é sinal que está incomodando alguém por estar se destacando. Por outro lado é bom, então deixa de enxergar bullying em tudo e continua, porr@.

Pare de ser EGONAUTA e compartilhe o que sabe, sempre tendo a clareza de que precisa estudar, praticar e saber escutar críticas, filtrando só o que realmente é feedback.

Respeite todos, escute você.

Um abraço aos haters de plantão e aos egonautas . E outro pra você que agora conhece cada um desses “novos seres” da nossa sociedade.

Rotiery Martins.

Sobre o Autor:

Rotiery Martins e especialista em gestão de equipes, técnicas de liderança e criação de processos que facilitem e melhorem a performance das pessoas e empresas. Atua há mais de 13 anos na área de varejo, onde passou por quase todas as áreas de um supermercado.

Fundador da empresa RM Qualificação e Treinamento para o varejo, que atua no ramo de treinamentos presenciais e on-line para o ramo varejista.

Divulga Dicas e Sacadas gratuitas nas suas redes sociais semanalmente. 

Trabalha como mentor para empresários e gestores do varejo através da empresa SOS Varejo, com foco na área de liderança, criação e gestão de processos para lojas do varejo.

Idealizador e fundador do projeto AMO VAREJO que incentiva profissionais a ingressarem no ramo supermercadista e varejista, atualmente é a MAIOR plataforma de recrutamento exclusiva para varejistas do Brasil.

Promove palestras e Workshops compartilhando seu conhecimento com colaboradores e empresários do ramo varejista.

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